segunda-feira, 13 de junho de 2011

Os Segredos da Mente Milionária

 
Primeiro, que são os homens que têm dinheiro. E o que você acha
que ela esperava de mim quando nos casamos? Exatamente: que eu
lhe desse dinheiro. Só que agora ela não pedia mais moedinhas! Já
era uma mulher formada.
Segundo, ela aprendeu que mulher não tem dinheiro. Se a sua mãe
(a deusa) não o tinha, obviamente era assim que as coisas deviam
ser. Para confirmar esse padrão, ela se livrava subconscientemente
de todo o dinheiro que ganhava. E era sempre precisa nesse aspecto.
Se eu lhe desse US$ 100, ela gastava US$ 100. Se lhe desse US$ 200,
ela gastava US$ 200, se lhe desse US$ 500, ela gastava US$ 500. Foi
quando ela fez um dos meus cursos e aprendeu tudo sobre a arte da
alavancagem financeira. Eu lhe dava US$ 2 mil e ela gastava US$ 10
mil! Tentei explicar: "Não, meu amor, com alavancagem quero dizer
que nós deveríamos receber US$ 10 mil, e não gastá-los." Por alguma
razão, esse conceito não se fixava na sua mente.
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O único motivo pelo qual nós brigávamos era o dinheiro. Isso quase
custou o nosso casamento. O que não sabíamos era que dávamos
significados inteiramente diferentes a ele. Para a minha mulher,
dinheiro correspondia a prazer imediato (como saborear um sorvete).
Eu, por outro lado, cresci com a crença de que ele devia ser
acumulado para proporcionar liberdade.
No que me dizia respeito, quando a minha mulher gastava
dinheiro, ela estava acabando com a nossa liberdade futura. E, do ponto
de vista dela, sempre que eu a impedia de gastar, estava tirando o seu
prazer de viver.
Felizmente, aprendemos a reavaliar os nossos respectivos modelos
financeiros e, mais importante, a estabelecer um terceiro modelo
específico para o nosso relacionamento.
Será que dá certo? Deixe-me responder da seguinte maneira: eu
testemunhei três milagres na minha vida:
1. O nascimento da minha filha.
2. O nascimento do meu filho.
3. O fim das minhas brigas com a minha mulher
por causa de dinheiro.
As estatísticas mostram que a causa mais freqüente das
separações e divórcios é o dinheiro. E o principal motivo por trás das
brigas não é o dinheiro em si mesmo, mas o conflito entre "modelos
de dinheiro"! Não importa quanta grana você tenha ou deixe de ter.
Se o seu modelo não é compatível com o da pessoa com quem se
relaciona, há um grande desafio à sua frente. Isso vale para pessoas
casadas, namorados, familiares e até sócios. O fundamental é
compreender que você está lidando com modelos, e não com dinheiro.
Uma vez que tenha identificado o modelo financeiro do seu
parceiro ou da sua parceira, conseguirá lidar com ele de um modo que
satisfaça ambos.
O primeiro passo é se conscientizar de que os arquivos de
dinheiro dessa pessoa são provavelmente diferentes dos seus. Em vez
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de se aborrecer, procure compreender. Faça o possível para saber o
que é importante para ela nessa área e identifique as suas
motivações e os seus receios. Assim, estará lidando com as raízes e não
com os frutos, e terá uma boa chance de solucionar o problema. Do
contrário, perca a esperança.
Passos para a mudança: episódios específicos
Há um exercício que você pode fazer com o seu parceiro ou com a
sua parceira. Sentem-se e falem sobre as histórias envolvendo
dinheiro que cada um de vocês tem na memória - o que ouviam
quando crianças, os respectivos modelos familiares e quaisquer episódios
emocionais específicos que tenham vivido. Descubram também o que
o dinheiro realmente significa para ambos: prazer, liberdade,
segurança, status. Isso os ajudará a identificar os seus modelos de dinheiro
atuais e descobrir os motivos das suas divergências nessa questão.
Em seguida, falem a respeito do que vocês querem hoje, não como
indivíduos, mas como parceiros. Cheguem a um acordo e decidam
sobre os seus objetivos gerais e as suas atitudes em relação a dinheiro
e sucesso. Depois, escrevam num papel uma lista das ações que os dois
consideram positivas para guiar a sua vida. Prendam o papel na
parede e, sempre que houver um problema, lembrem-se mutuamente
e com toda a gentileza daquilo que vocês decidiram juntos quando
conversaram de maneira objetiva, desapaixonada e livre das garras
dos seus antigos modelos de dinheiro.
CONSCIENTIZAÇÃO - Pense num episódio emocional específico a
respeito de dinheiro que você tenha vivido quando criança.
ENTENDIMENTO - Escreva sobre como esse episódio pode ter
afetado a sua vida financeira atual.
DISSOCIAÇÃO - Você compreende que esse modo de ser é apenas
o seu aprendizado passado e não quem você é? Consegue perceber
que tem a opção de ser diferente agora?
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DECLARAÇÃO
Eu me liberto das minhas experiências passadas negativas com
dinheiro e crio para mim um futuro novo e rico.
Agora diga:
Eu tenho uma mente milionária!
Afinal, o que está programado no
seu modelo de dinheiro?
É hora de responder à pergunta que vale um milhão. Qual é o seu
atual modelo de dinheiro e sucesso e para quais resultados ele está
dirigindo você subconscientemente? Você está programado para o
sucesso, para a mediocridade ou para o fracasso financeiro? Está
programado para viver na dureza ou para fazer fortuna? Está programado
para batalhar por dinheiro ou para trabalhar de forma equilibrada?
Você está condicionado a ter um rendimento estável ou flutuante?
Já sabe do que se trata: primeiro você tem, depois não tem, depois
tem, depois não tem. Sempre parece que as causas dessa drástica
variação vêm do mundo exterior. Por exemplo: "Eu tinha um ótimo
emprego, mas a empresa faliu. Então comecei o meu próprio negócio.
As coisas iam de vento em popa, porém o mercado encolheu. O meu
negócio seguinte ia muito bem até o meu sócio sair", etc. Não se
iluda, esse é o seu modelo em operação.
Você está programado para ter uma renda baixa, uma renda média
ou uma renda alta? Sabia que existem quantidades de dinheiro que a
maioria das pessoas está programada para receber? Você está
programado para ganhar de R$ 30 mil a R$ 40 mil por ano? De R$ 50 mil
a R$ 60 mil? De R$ 80 mil a R$ 100 mil? De R$ 200 mil a R$ 300 mil?
Mais de R$ 350 mil?
Alguns anos atrás, numa das minhas palestras, havia na platéia
um cavalheiro inusitadamente bem vestido. Quando terminei a
apresentação, ele veio até mim e perguntou se eu achava que o
Seminário Intensivo da Mente Milionária poderia fazer algo por ele,
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considerando que os seus rendimentos já eram de US$ 500 mil por
ano. Perguntei-lhe há quanto tempo ele ganhava esse valor. Ele
respondeu: "Há sete anos seguidos."
Era tudo o que eu precisava ouvir. Perguntei-lhe, então, por que
ele não ganhava US$ 2 milhões por ano. Disse-lhe que os princípios
que ensino são destinados a pessoas que desejam atingir o seu pleno
potencial financeiro e lhe pedi que pensasse no motivo pelo qual ele
estava parado no meio milhão. Ele decidiu participar do seminário.
Um ano depois, recebi dele um e-mail que dizia: "O meu
aprendizado foi incrível, mas cometi um erro. Reprogramei o meu modelo
de dinheiro para ganhar apenas US$ 2 milhões por ano, como
discutimos. Como já cheguei lá, estou me reprogramando para obter
US$ 10 milhões anuais."

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