segunda-feira, 13 de junho de 2011

Os Segredos da Mente Milionária

 
PRINCIPIO DE RIQUEZA
Quando o subconsciente tem que optar entre a
lógica e as emoções profundamente enraizadas,
as emoções quase sempre vencem.
Retornando à história de Stephen. Em menos de 10 minutos de
curso, usando técnicas experienciais extremamente eficazes, ele
conseguiu mudar o seu modelo de dinheiro de modo espetacular. Em
apenas dois anos, passou de falido a milionário.
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No semináriO, Stephen começou a compreender que essas crenças
negativas eram da sua mãe e não suas, e se baseavam na
programação que ela recebera no passado. Dei então um passo à frente
ajudando-o a criar uma estratégia para não perder a aprovação dela,
caso ficasse rico. Foi muito simples.
A mãe de Stephen sempre adorou praia. Ele investiu, então, numa
casa no Havaí, de frente para o mar. Ela vai para lá todo ano passar
o verão e se sente no céu, e ele também. Agora essa senhora considera
fantástico o fato de o filho ser alguém bem-sucedido financeiramente
e não economiza elogios à sua generosidade.
Eu mesmo, depois de um início lento, ia bem nos negócios, mas
nunca chegava a ganhar dinheiro com ações. Ao tomar consciência
do modelo de dinheiro que possuía, lembrei-me de que, quando eu
era garoto, todos os dias depois do trabalho o meu pai se sentava à
mesa de jantar com o jornal, examinava as páginas do mercado de
capitais e batia com o punho na mesa, reclamando: "Malditas ações!"
Depois, ele passava a meia hora seguinte atacando a estupidez do
sistema e mostrando como as pessoas podem ter mais chances de
ganhar dinheiro com jogos de loteria.
Agora que você já entende o poder do condicionamento verbal,
consegue perceber por que eu não era capaz de ganhar dinheiro
com ações. Eu estava literalmente programado para fracassar, para
escolher a ação errada, pelo preço errado, na hora errada. Por quê?
Para validar subconscientemente o modelo de dinheiro que bradava:
"Malditas ações!"
Tudo o que sei dizer é que, depois que arranquei essa erva daninha
tremendamente tóxica do meu "jardim financeiro" interno, comecei
a colher os frutos. A partir do meu recondicionamento, passei a
escolher ações que se valorizavam e, desde então, continuei a ter um
admirável sucesso no mercado de capitais. Parece incrível, mas,
depois que a pessoa de fato compreende como o modelo de
dinheiro funciona, isso faz todo o sentido.
Repetindo: o condicionamento do seu subconsciente determina
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o seu pensamento. O seu pensamento determina as suas decisões e
estas determinam as suas ações, que, finalmente, determinam os
seus resultados.
São quatro os elementos-chave da mudança, todos essenciais para
a reprogramação do seu modelo de dinheiro. Eles são simples,
porém muito poderosos.
O primeiro elemento da mudança é a conscientização. Você não
pode modificar uma Coisa cuja existência ignora.
O segundo elemento da mudança é o entendimento.
Compreendendo a origem do seu modo de pensar, você será capaz de
reconhecer que ele tem que vir de fora.
O terceiro elemento da mudança é a dissociação. Ao constatar que
esse modo de pensar não é seu, você tem a opção de mantê-lo ou
largá-lo, baseado em quem você é hoje e onde quer estar amanhã.
Pode observar essa maneira de pensar e vê-la como ela é - apenas um
arquivo de informação armazenado na sua mente há muito tempo
que talvez não tenha mais um pingo de verdade nem de valor para você.
O quarto elemento é o recondicionamento. Iniciarei esse proCesso
na parte 2, em que apresento os arquivos mentais que criam a riqueza.
Agora, vou retornar à questão do condicionamento verbal e
expor os passos que você pode dar desde já para começar a rever o
seu modelo de dinheiro.
Passos para a mudança: programação verbal
CONSCIENTIZAÇÃO - Escreva as frases que você ouvia sobre
dinheiro, riqueza e pessoas ricas quando era criança.
ENTENDIMENTO - Escreva sobre como essas frases vêm afetando a
sua vida financeira até hoje.
DISSOCIAÇÃO - Você percebe que esses pensamentos representam
apenas o seu aprendizado passado, que eles não são parte da sua
anatomia, não são quem você é? Consegue ver que o presente lhe dá
a opção de ser diferente?
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DECLARAÇÃO
As coisas que eu ouvia sobre dinheiro não são necessariamente
verdadeiras. Opto por adotar novas formas de pensar que contribuam para
a minha felicidade e o meu sucesso.
Agora diga:
Eu tenho uma mente milionária!
A segunda influência: exemplos
A segunda maneira como somos condicionados é chamada de
exemplo. Como se comportavam os seus pais ou responsáveis em
questões de dinheiro quando você era criança? Eles cuidavam bem
ou mal das finanças? Eram gastadores ou econômicos? Eram
investidores perspicazes ou nunca investiam? Eram propensos a arriscar
ou conservadores? Vocês tinham dinheiro sempre ou só
esporadicamente? O dinheiro afluía com facilidade à sua família ou era suado?
Era fonte de felicidade ou motivo de ásperas discussões?
Por que essa informação é importante? Você já deve ter ouvido
a frase: "Macaco vê, macaco faz." Ora, nós, seres humanos, não
ficamos muito atrás. Quando crianças, aprendemos quase tudo a
partir dos exemplos que nos dão.
Embora a maioria de nós odeie admitir o que vou dizer, ha uma
boa dose de verdade no velho ditado: "A fruta não cai longe da árvore."
Isso me lembra a história da mulher que estava preparando o
pernil para o jantar cortando as duas pontas dessa peça de carne.
Sem entender, o marido lhe perguntou por que ela fazia isso. Ela
respondeu: "Era assim que a minha mãe fazia." Justamente naquela noite
a sua mãe foi jantar com eles. Os dois aproveitaram para lhe
perguntar por que ela sempre cortava as duas extremidades do pernil.
A mãe respondeu: "Porque era assim que a minha mãe fazia." Então
eles decidiram telefonar para a avó dela e saber por que ela cortava
as pontas do pernil. A resposta? "Porque a minha panela era pequena".
A questão é: em matéria de dinheiro, tendemos a ser idênticos aos
nossos pais - a um deles em particular ou a uma combinação dos dois.

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